quarta-feira, 29 de junho de 2011

Livros e Artigos - Natação

A natação na sua expressão psicomotriz


Livro: Natação 4 estilos


Natação: Ensine a Nadar - Sidney Ferreira Farias

Natação: Nado Borboleta - N. A. SOBOLEV

Natação uma Alternativa Metodológica - Wagner Domingos

Pré-Escola de Natação - Antonio Carlos Turchiari

Treinos Especiais para Crawl e Costas


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Pedagogia da natação - um mergulho para além dos quatro estilos
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Metodologia da natação - Analisando os métodos

Processo ensino/aprendizagem da natação em diferentes faixas etárias

Natação - Educação Física
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Aperfeiçoamento do Nado Costas

Aperfeiçoamento do Nado Crawl

Fatores intrínsecos do custo energético

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Artigos e Livros


Abdominais: uma abordagem prática do exercício resistido
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ACSM - O uso de álcool no esporte
Avaliação de peso corporal
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  Avaliação neuromotora
Avaliação cardiorrespiratória
Aula de fisiologia do exercício aplicada
Balanço energético e regulação do peso corporal
 Fisiologia muscular - Faculdade de Medicina do Porto
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Leg-press - Variação do posicionamento dos pés
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Limiar de lactato em exercícios resistidos
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domingo, 26 de junho de 2011

Trabalhos Acadêmicos


Pessoal, vou colocar aqui no blog dois trabalhos que fiz assim que cheguei na Universidade, estava organizando meus arquivos e os achei, espero que ele possar ser útil para alguém.

 História do beisebol. 


Dinheiro, fama e publicidade – O aprisionamento da figura pública do herói esportivo. 

Curso de Futebol - Alexandre Grasseli

Curso ministrado pelo Técnico Alexandre Grasselli (UFV - 2010)

Treinamento técnico por posição no futebol


- Fundamenta a categoria de base (títulos)
­- Boa relação com o técnico do profissional
­- Futebol moderno: Fornecer as melhores condições possíveis, alimentação de qualidade, moradia, transporte, equipamentos de qualidade, lugar adequado para treinar, entre outros.
 
Rendimento máximo (só se faz com estrutura e planejamento).
Rotatividade muito grande.
­- Onde ele se encaixa no contexto?
Realiza uma conversa individual com cada jogador, pergunta coisas como, o que quer no clube? Quais são os seus planos no clube? Esse tipo de pergunta pode ajudar a descobrir possíveis jogadores que não tenham objetivo.
­- Treinador de base (tem que dar lucro ao clube)
­- Sistematização (etapas, evolução racional, padrão para as atividades)
­- Controle (controlar o processo, os jogadores, suas decisões)
­- Avaliação (a primeira coisa que se deve fazer é o planejamento, tem-se que avaliar o dia-a-dia do jogador, para conhecer muito bem o seu time.
­ - Organização (Pensar nos treinos anteriormente, montar um cronograma com as  atividades que irá realizar e através disso montar os treinos com os objetivos dirigidos).
­- Categoria de base (é semelhante a uma linha de produção, vai sendo montada aos poucos e por etapas.
­- Existir uma relação entre os componentes físico, tático e técnico, sempre pensando no seu objetivo, não importando se ele está a curto ou longo prazo.
Aproximar o treino da realidade do técnico (cada técnico tem seu modo de treinar e conduzir o time)
­- Fundamento técnico: são gestos motores realizados pelos jogadores, específicos de cada modalidade.
­- Treinamento técnico (Deve existir desde a iniciação e tem a finalidade de auxiliar na execução do praticante, ele vai ser trabalhado individualmente, depende da motivação e força de vontade do jogador).
Executar com o máximo de eficiência com o menos esforço possível (para isso, a disciplina é fundamental).
Sempre que for possível colocar a bola na atividade (com objetivo de tornar a atividade o mais normal possível).


­- Fundamentos técnicos básicos:
* Passe;
* drible/finta;
* domínio;
* cabeceio;
* finalização;
* condução.
      Direcionar os fundamentos de acordo com a deficiência da equipe.
­- Fazer a transferência da teoria para a prática.
­- Diversificar um mesmo tipo de fundamento (vários tipos de passe, curto, médio e longo, por exemplo).
­- Treino técnico nas categorias de base.
­- Filmar os treinos (mostrar para os jogadores, pois através dessa filmagem eles podem ver onde estão errando e onde podem se posicionar em determinada jogada).
­- Aliar o técnico analítico e o situacional
­- Saber executar bem não quer dizer que vai saber ensinar bem.
­- Rotina psicológica (focar a atividade realizada).
­- Trabalhar a lateralidade (realizar o mesmo número de atividades com ambas as pernas)
­- Cabeceio (existem diversos fatores que interferem na execução e a sua utilização vai depender da posição que o jogador ocupa.
Ele abordou que o cabeceio também tem uma relação com pré-disposição genética do atleta, esse que tem essa “habilidade” vai desenvolver melhor que alguém que não a tenha, mas mesmo não tendo o cabeceio pode ser trabalhado a fim de aumentar a chance de acertos.
­- Focar as deficiências dos jogadores e reforçar as habilidades.
      - Quando ocorre um aumento na força existe uma diminuição da precisão.
­- Treinos para trabalhar a lateralidade:


Exercícios práticos:

Os jogadores estão de vermelho e as setas mostram o sentido da bola.
Os jogadores começam trocando passe um para o outro com a perna direita, de acordo com a figura ao lado, realizam algumas vezes a atividade nos dois sentidos (ida e volta), mas mantendo a perna direita, posteriormente realizar a mesma atividade com a perna esquerda, em seguida cada jogador deverá realizar o passe com uma perna, para isso terão que prestar atenção em quem está dando o passe, você vai trabalhar a lateralidade e atenção dos jogadores.

 
  
Os jogadores de vermelho são os atacantes, os de verde os zagueiros fazendo a marcação, a linha preta é a trajetória da bola e a pontilhada é para onde os jogadores vão se posicionar.
Os passes devem ser realizados com a direita seguindo a ordem da atividade, só que agora foram acrescentados dois atacantes e dois defensores. Quando a bola chegar ao atacante 1 ele deverá ir no sentido do gol e finalizar com a direita, mas o defensor 2 deverá interceptar esse atacante. Em seguida realizar a mesma atividade com a perna esquerda. Para dar mais dinâmica a atividade, posteriormente os atacantes só podem dar 1 toque na bola, exceto o jogador 1, que deve dominar e finalizar para o gol.


- Importante repetir alguns treinos (colocando um elemento diferente, mas mantendo o mesmo objetivo da atividade). 
Fazer anotações dos treinos com o intuito de antecipar futuras situações. 
Treino para drible/finta - Os jogadores de vermelho são os atacantes e os de verde os zagueiros, as linhas são as movimentações dos zagueiros e a pontilhada do atacante. 
Os atacantes vão tocar a bola e um de cada vez vai tentar fazer o gol, o objetivo da atividade é trabalhar o drible, a criatividade, situação sobre pressão, para isso quando o atacante estiver indo atacar, um zagueiro vai subir pela lateral impedindo o atacante de seguir a jogador pelas laterais, então ele será obrigado a jogar no centro do campo e próximo a grande área vai existir um 2º zagueiro que vai tentar tomar a bola, com isso o atacante tem que passar pelo zagueiro (1x1), a atividade pode variar posteriormente com os ataques pelas laterais e o outro zagueiro fechando no meio, conduzindo o atacante a jogar pelos cantos.

 
Vídeo motivacional é muito importante (mas deve ser dado em momentos   específicos, momentos de pressão psicológica, pois se for dado em todos os  jogos os jogadores vão se acostumar e não surgirá efeito).
­ Treino de finalização (chute) - Os jogadores de vermelho vão formar uma fila e outro ficara afastado do grupo e ficará encarregado por dar o passe para o restante finalizar, a linha pontilhada indica os caminhos que a bola pode percorrer.
Os jogadores formam uma fila  com uma distância média do gol, é o jogador número 1 vai dar diferentes tipos de passe para o resto do grupo finalizar. Primeiramente só passes longos e finalização com a direita, depois a perna oposta, em seguida passes curtos e novamente perna direita depois esquerda, sendo que eles tem que finalizar de primeira, em seguida não precisar falar onde vai ser o passe, o jogador fica responsável por finalizar da melhor maneira possível. 
­


- Atacante tem que ter um padrão de movimento.
­- Fundamentos técnicos refinados.
Cruzamento, lançamento, tempo de bola, chute, proteção de bola, bola parada, todos esses fundamentos exigem uma destreza maior do jogador, mas que pode ser trabalhada como todas as outras.

Treino para cruzamentos - Os que estão de azul são os cones e o de vermelho é o executante, as linhas pretas são as trajetórias percorridas pelo jogador. 
Primeiramente o jogador deverá conduzir a bola pelo lado de fora até chegar próximo a
linha de fundo e executar o cruzamento, esse deve ser feito primeiro, pois o jogador estará de frente para onde vai chutar a bola, em seguida deverá correr em linha reta e fazer o cruzamento, esse é um pouco mais difícil, pois ele fará o cruzamento de frente para a bola e não para onde vão chutar, as trajetórias podem ser alteradas de acordo com o decorrer da atividade.

­- Bolas paradas (zagueiros se posicionam dentro da área e ficam parados esperando o cruzamento, pois ficam de frente para a bola e é mais fácil para o goleiro sair na bola se os estiverem estáticos).
­- Níveis de treinamento técnico (fundamentos).
Aprendizado: Uso da perna não dominante.
Desenvolvimento: Adiciona o fator força.
Rendimento máximo: ocorre um aumento na precisão, fica mais complexo.
­- Métodos de treinamento técnico
Analítico: os fundamentos vão ser trabalhados.
Situacional: treinar uma situação de jogo específica.
Em forma de jogo: aproximar do jogo real, adaptando as situações.
­- Treinamento técnico por posição.

Não colocar em uma função sem antes conhecer o jogador.
­- O sistema de jogo deve ser o mais flexível possível, deve se adaptar ao time, aproveitar cada qualidade e usá-la ao seu favor.
­ - A função do jogador está relacionada com a função que joga e os fundamentos técnicos mais importantes que ele utiliza.
- Função do jogador:
Ofensiva: com a bola.
Defensiva: sem a bola. 
Essas ações devem acontecer para todos os jogadores.

­- Montar um mapa da sua equipe (para decisões futuras mais bem pensadas).
­- Montar a sua nomenclatura, pois ela vai possibilitar um melhor domínio dos jogadores.

 
­- Copa do mundo (2010)
Regressão das seleções africanas
Ascensão das seleções dos Estados Unidos, Japão e Coréia.
­- Não podemos comparar as seleções de acordo com as décadas, pois cada uma estava inserida num contexto.
A ênfase era sobre as habilidades técnicas, pois não tinham o preparo físico que os jogadores têm hoje.
­- Futebol é uma mistura de força e arte.
­- Empresário (grande vilão dos clubes)
­- Base do futebol moderno
Inteligência de jogo: superar uma situação contra uma equipe adversária ou uma situação não favorável.
Habilidade técnica.
Equilíbrio emocional: é fundamental no futebol, consiste em controlar as emoções e não deixar que elas interfiram nos seus objetivos.
Força e velocidade: é a nova tendência no futebol moderno.
­- Componente técnico
      * Individuais
      * Grupo                        
      * Coletivos
­- Princípios ofensivos:
Apoio, abertura, profundidade, mobilidade, penetração.
- Princípios defensivos:
Compactação, equilíbrio, recuperação, retardamento.
­- Tática:
O que fazer? (de acordo com a situação).
Como fazer? (qual a função).
Onde fazer? (posicionamento no campo).
Quando fazer? (táticas específicas).

 
­- Mapeamento (a primeira coisa a ser feita, o técnico deve conhecer cada jogador).
­- Como adquirir comando? (respeito ou medo).
Através do planejamento, mostrar de onde você veio e onde quer chegar com aquele grupo e profissionalmente.
Tomar cuidado com as regras.
­- O jogador é essencialmente carente.
­- Não deixar o jogador ocioso, dar trabalho para o jogador para ele se sentir útil, prestativo.
Mostrar para ele porque ele ocupa aquela posição, quais são as razões por ele está ali e quais os critérios você usou para o mesmo.
­- Habilidades:
Técnica, humana, social, contextual (cultural).
­- Princípios para a estruturação de uma equipe forte.
Idéia de jogo: é adquirida através de conhecimentos e experiências que são assimilados ao longo do tempo.
Características dos jogadores: Avaliação e conhecimento de cada jogador.
­- Definição do sistema
Característica, posição e função (4x3x3, 4x4x2, 3x5x2, 4x1x2x3).
­- Modelos de treinamento para capacidade tática:
1x1 (com sobra e zona delimitada)
2x1 (sem sobra e com zona de finalização)
2x1 (com pressão no homem da bola)
3x2 (com zona de preparação e finalização)
Ações específicas de setores (defesa, armação e ataque).

Treinamento por setores - Os jogadores de vermelho são os atacantes e os de verde são os defensores, as setas indicam a trajetória dos jogadores e o espaço de meio de campo delimitado pelas pontilhadas é onde vai ocorrer o jogo.
Deve ocorrer um “jogo” dentro do espaço delimitado no meio de campo (8x8), o time que conseguir dar 10 passes entre si ganha um ponto, se o outro time recuperar a bola recomeça a contagem, ganha quem fizer 5 pontos primeiro. Em seguida devem continuar os 8x8 só que agora qual equipe conseguir dar 5 toques primeiro vai sair com 3 jogadores  e ir em sentido ao gol, só que existe 3 defensores que não podem deixar que eles façam o gol, a jogada tem que ser feita pela lateral, após a jogada eles devem voltar rapidamente pois está em menor número no meio de campo, assim que fizerem o gol ou perderem a bola outra bola será soltada no meio de campo e continuará a atividade, sendo que se a outra equipe conseguir dar os 5 toques ela sairá para o lado oposto ao do adversário.
 

­- Ações conjuntas de setores.
­- Zonas do campo e suas ações específicas.
­- Pré determinação de ações com seqüência livre.
­- Jogo com seqüência crescente, iniciando do 11x1 até 11x11.
Dentro desse jogo colocar metas, número de passe, tempo determinado para marcar gols, número de atletas envolvidos, entre muitos outros.
- Reforçando que o sistema tem que ser flexível.
4x4x2 QUADRADO – Pouca variação, sistema de cobertura.
4x4x2 LOSANGO – Cobertura defensiva do volante, apoio ofensivo do meia atacante, criação do corredor pela esquerda e pela direita, maior flexibilidade.

Autor: Júlio César Alves Tomaz

Exercícios e músculos envolvidos

Bíceps

- Rosca com giro sentado – Bíceps, braquial, braquiorradial, deltoide anterior.

- Rosca martelo com halter - Bíceps, braquial, braquiorradial.

- Bíceps (polia alta) – Bíceps, braquial, flexor ulnar do carpo.

- Rosca direta (flexão de cotovelo e mãos em supinação) – Bíceps (cabeça longa e curta), braquial.
Realizar o movimento com as mãos afastadas intensifica o trabalho da cabeça curta do bíceps e mãos mais próximas intensifica o trabalho da cabeça longa do bíceps.

- Bíceps no aparelho (Scott) – Bíceps e braquial.

- Rosca inversa (flexão de cotovelo com mãos em pronação) - Bíceps, braquial, braquiorradial, Extensor longo e curto do carpo, extensor dos dedos, extensor do dedo mínimo, extensor ulnar do carpo e flexor ulnar do carpo.

- Extensão dos punhos c/ barra - Extensor longo e curto do carpo, extensor dos dedos, extensor do dedo mínimo, extensor ulnar do carpo e flexor ulnar do carpo e extensor do indicador.

- Flexão dos punhos c/ barra – palmar longo, palmar curto, flexor superficial e profundo dos dedos, flexor ulnar do carpo.

Tríceps

- Tríceps c/ polia alta (mãos em pronação) – Vasto lateral do tríceps, porção longa do tríceps, vasto medial do tríceps.
Se esse exercício for realizado de costas para o aparelho também trabalhará vasto medial e lateral e porção longa do tríceps.

- Tríceps c/ polia alta (mãos em supinação) – Porção longa do tríceps, porção longa do tríceps, extensor radial curto do carpo, extensor ulnar do carpo, extensor radial longo do carpo e Ancôneo.

- Tríceps unilateral c/ polia alta – Vasto lateral e medial do tríceps, porção longa do tríceps, tendão do tríceps e Ancôneo.

- Extensão de cotovelo (deitado no banco) – Vasto medial do tríceps, porção longa do tríceps.

- Tríceps testa (deitado) c/ halter – Ancôneo, Vasto medial e lateral do tríceps e porção longa do tríceps.

- Extensão vertical alternada com halter – Ancôneo, vasto lateral do tríceps e porção longa do tríceps.

- Francês (sentado) – Vasto medial e lateral do tríceps, ancôneo e porção longa do tríceps.

- Patada (tronco inclinado a frente) – Ancôneo, porção longa do tríceps e vasto lateral do tríceps.

- Repulsão entre dois bancos – Ancôneo, tríceps (vasto medial e lateral e porção longa), peitoral maior e porções anteriores do deltoide.

Ombros

- Desenvolvimento c/ barra (atrás da nuca) – Deltóide feixe posterior e anterior, trapézio, tríceps braquial e serrátil anterior.

- Desenvolvimento c/ barra pela frente – Deltoide feixe anterior, deltoide porção média, feixe clavicular do peitoral maior, porção longa do tríceps e vasto medial do tríceps, trapézio e serrátil anterior.

- Desenvolvimento sentado com halter - Deltóide feixe posterior e anterior, deltoide porção média, trapézio e serrátil anterior.

- Desenvolvimento pela frente com giro - Deltóide feixe posterior e anterior, deltoide porção média, feixe clavicular do peitoral maior, serrátil anterior, tríceps braquial e trapézio.

- Elevação lateral – Trapézio (porção anterior), feixe anterior do deltoide e porção média do deltoide.

- Elevação lateral com tronco inclinado a frente – Trapézio, redondo maior, infra-espinhal, deltoide e romboide.

- Elevação alternada para frente – Deltoide (feixe anterior e porção média), feixe clavicular do peitoral maior.

- Elevação frontal com a barra - Deltoide (feixe anterior/posterior e porção média), feixe clavicular do peitoral maior, infra-espinhal.

- Remada alta com barra - Deltoide (feixe anterior/posterior e porção média), trapézio (porção inferior, média e superior)

- Voador inverso (aparelho) - Deltoide (feixe anterior/posterior e porção média), trapézio (porção inferior, média e superior), redondo menor, romboide.

Peitoral

- Supino reto – Peitoral maior, deltoide feixe anterior, porção longa do tríceps e vasto medial do tríceps.

- Supino mãos aproximadas – Peitoral maior, vasto medial e lateral do tríceps, porção longa do tríceps.

- Supino inclinado – Peitoral maior, feixe clavicular do peitoral maior, deltoide feixe anterior, porção longa do tríceps, serrátil anterior e peitoral menor.

- Supino declinado – Peitoral maior (feixes inferiores),  vasto medial do tríceps, porção longa do tríceps.

- Repulsão do solo (flexão) – Peitoral maior, tríceps, ancôneo, deltoide feixe anterior, feixe clavicular do peitoral maior.

- Barras paralelas – Peitoral maior, ancôneo, deltoide (feixe anterior), vasto lateral e medial do tríceps, porção longa do tríceps.

 - Supino com Halteres - Peitoral maior, ancôneo, deltoide (feixe anterior).
Este exercício favorece o alongamento dos peitorais maiores devido a maior amplitude do movimento.

- Abdução/adução deitado c/ halteres (crucifixo) – Peitoral maior.
Exercício básico  para aumentar a expansão torácica que contribui para o aumento da capacidade pulmonar, além de ser um excelente movimento de elasticidade muscular.

­- Supino inclinado com halteres – Peitoral maior, feixe clavicular do peitoral maior, deltoide (feixe anterior e porção média), vasto medial do tríceps, porção longa do tríceps, serrátil anterior.

- Abdução/adução c/ aparelho (voador) – Peitoral maior, coracobraquial e cabeça curta do bíceps.

- “Pull-over” c/ halteres – Peitoral maior, serrátil anterior, grande dorso, redondo maior e peitoral menor.
Objetivo de abrir a caixa torácica


Costas

- Puxada na frente com polia alta (aberta) – Bíceps braquial, braquial, redondo maior, latíssimo do dorso, trapézio.

- Puxada atrás com polia alta (pulley costas) - Bíceps braquial, braquial, redondo maior, latíssimo do dorso, trapézio, redondo maior, braquiorradial.

- Puxada na frente com polia alta (triângulo) - Bíceps braquial, braquial, braquiorradial, redondo maior, latíssimo do dorso, trapézio.

- Puxada estendida na polia alta - Redondo maior, latíssimo do dorso, tríceps braquial (cabeça longa), redondo maior.

- Puxada na polia baixa com pegada com as mão juntas (triângulo) - Braquiorradial, rombóide maior, latíssimo do dorso, eretor da espinha, deltoide (parte espinal), trapézio.

­- Puxada horizontal com halter - Braquiorradial, braquial, bíceps braquial, rombóide maior, latíssimo do dorso, deltoide (parte espinal), trapézio.

­- Puxada horizontal com barra (mão em pronação) -Braquial, bíceps braquial, redondo maior e menor, latíssimo do dorso, deltoide (parte espinal), trapézio.

- Levantamento terra – Esplênio da cabeça, levantador da escápula, trapézio, oblíquo externo do abdôme, reto do abdôme, flexor superficial dos dedos, reto femoral, vasto lateral, bíceps femoral, vasto medial, redondo maior, latíssimo do dorso, semitendíneo, semimembranáceo, glúteo máximo, piriforme, quadrado, iliocostal.

- Extensão do tronco sobre um banco específico - semitendíneo, semimembranáceo, glúteo máximo, quadríceps femoral, quadrado do lombo, bíceps femoral, espinal do tórax, longuíssimo do tórax.

- Remada alta (puxada vertical com a barra) – trapézio.

Pernas

­- Agachamento (livre) – Quadríceps (Vasto lateral, medial e intermédio, reto da coxa), glúteo médio e maior.

­- Agachamento com pernas afastadas – Pectíneo, adutor médio, grácil, adutor longo, glúteo longo, quadríceps, posteriores de coxa.

- Flexão das coxas com halteres – Reto da coxa, vasto lateral, glúteo médio e máximo.

- Leg press inclinado (45º) – Quadríceps, glúteo máximo (posição dos pés).

- Agachamento (Hack) – Quadríceps (posição dos pés).

- Cadeira extensora – Quadríceps

- Mesa flexora – Bíceps da coxa (cabeça longa e curta), semitendinoso, semimembranoso, gastrocnêmio.

-Flexão dos joelhos sentado (mesa flexora) - Bíceps da coxa (cabeça longa e curta), semitendinoso, semimembranoso, gastrocnêmio (menor intensidade o gastrocnêmio).

- Adutores com polia baixa – Pectíneo, adutor médio e longo, grácil.

- Adutores no aparelho - Pectíneo, adutor médio e longo, grácil.
Maior carga e menor amplitude do movimento.

- Flexão plantar – Gastrocnêmio (cabeça medial e lateral), sóleos, envolve todo o tríceps sural.

Glúteos


- Afundo para frente – Reto da coxa, vasto medial e lateral, glúteo máximo
Afastando a perna de trás intensifica o trabalho do glúteo.

- Extensão do quadril com polia baixa – Glúteo máximo, posteriores de coxa.

­- Abdução do quadril com polia baixa – Glúteo médio e mínimo, abdutores.

- Abdução de quadril no aparelho – Glúteo médio e máximo, abdutores.

Referência:

DELAVIER, Frédéric; Guia dos movimentos, Editora: Manole.


Autor: Júlio César Alves Tomaz