domingo, 25 de dezembro de 2011

Diabetes e Atividade Física - Artigos


Os benefícios da prática da atividade física regular para a saúde têm sido amplamente documentados. Há várias evidências de que os resultados inicialmente obtidos num programa de atividade física só serão mantidos se os indivíduos continuarem praticando exercício apropriado a longo prazo. A melhora nas medidas fisiológicas, tais como a redução de triglicérides e do colesterol LDL, o aumento do colesterol HDL, a diminuição da freqüência cardíaca em repouso e em atividade, a redução da pressão arterial, entre outras que decorrem de um estilo de vida fisicamente ativo são ainda mais importantes nos portadores de diabetes mellitus (DM), uma vez que o risco de mortalidade por doenças coronarianas é quatro a cinco vezes maior nesses indivíduos em comparação com aqueles que não apresentam diabetes (FECHIO,2003).
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A experiência de jogos em grupos operativos na educação em saúde para diabéticos

Adesão a um grupo educativo de pessoas portadoras de Diabtes Mellitus porcentagem e causas

Benefícios da atividade física no perfil lipídico de pacientes com Diabetes tipo 1

Exercício físico e Síndrome Metabólica

Levantamento dos fatores de risco para Diabetes Mellitus tipo 2 em uma Instituição de Ensino Superior

Levantamento epidemiológico da prática de atividade física na cidade de São Paulo

Tendências do Diabetes Mellitus no Brasil o papel da transição nutricional


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Hipertensão e Atividade Física - Artigos

       Hipertensão é o termo médico utilizado para a doença conhecida como pressão sangüínea elevada, que atinge aproximadamente 30 por cento da população adulta, ou seja, quase 60 milhões de pessoas. Ao contrário da maioria das doenças, os sintomas da hipertensão costumam ser silenciosos e indolores até que sua presença seja revelada por um derrame, infarto do miocárdio ou por insuficiência cardíaca.
       Como a hipertensão costuma se manifestar em adultos, as crianças e os adolescentes não se interessam pelo assunto ou não se preocupam muito com ele. Infelizmente, trata-se de um erro, pois jovens hipertensos tornam-se adultos hipertensos. Além disso, muitos jovens não sabem que têm uma predisposição à hipertensão. Finalmente, participar de certos tipos de atividades físicas ou esportes é desaconselhável para jovens que sofrem de hipertensão. Assim, as escolas e as organizações esportivas deveriam dar início a programas para a verificação da pressão sangüínea de modo a identificar jovens propensos e incentivar programas educacionais que ajudem a preparar pais e alunos a compreender e a controlar melhor a doença (TIPTON,2006).      
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A hipertensão arterial sob o olhar de uma população carente estudo exploratório a partir dos conhecimentos, atitudes e práticas
Comportamento da pressão arterial após exercícios contra-resistência uma revisão sistemática sobre variáveis determinantes e possíveis mecanismos

Comportamento subagudo da pressão arterial após o treinamento de força em hipertensos controlados

Exercícios Físicos e Hipertensão: conceitos de controle para treinadores e educadores

Medindo a Pressão Arterial em Exercício Aeróbico Subsídios para Reabilitação Cardíaca

Os efeitos da atividade física na prevenção da hipertensão

Suplementação de B–Alanina uma nova estratégia nutricional para melhorar o desempenho esportivo

Valores de Pressão Arterial e suas associações com fatores de risco cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Invista nas pedaladas

Seja para praticar exercícios físicos, se divertir ou usar como meio de transporte, é cada vez mais comum encontrar pessoas andando de bicicleta nos parques e nas ruas das cidades. Até mesmo nas academias as aulas de spinning costumam fazer o maior sucesso. E não é à toa: as pedaladas trazem benefícios ao corpo e à mente!

Nota dez para a saúde

Pedalar melhora a função cardiovascular e regula os níveis de pressão arterial, colesterol e triglicérides, além de estimular o sistema imunológico e contribuir para a redução da depressão, da ansiedade e do estresse. “E, ao contrário de outras modalidades, o exercício não causa impactos sobre o joelho. Por isso, pode – e deve – ser praticado por quem está acima do peso”, lembra o ortopedista especializado em medicina do esporte Maurício Póvoa Barbosa, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

Mas o médico alerta: quem tem problemas no joelho deve contar com o acompanhamento de um personal trainer. Já os atletas com lombalgias devem fazer um trabalho adicional de fortalecimento abdominal e dorsal, bem como alongamento da musculatura posterior.

Corpo em forma

Para quem quer uma silhueta enxuta e bem definida, esse é um esporte maravilhoso. “Em 40 minutos de pedaladas, ocorre a queima de 300 calorias, em média. Depois de 2 meses de exercícios, há um aumento de cerca de 25% da força nas pernas. Isso sem falar na definição dos músculos abdominais e dos membros inferiores, em especial quadríceps, glúteos e panturrilha”, conta Beto Liber, personal trainer da Academia Bodytech.

Segurança acima de tudo

Para pedalar na rua, alguns cuidados são necessários. Veja quais são eles:
 
  • Ande sempre a direita da pista.
  • Use roupas chamativas, evitando, assim, o risco de colisões.
  • Evite usar fones para escutar música: reserve sua audição para o trânsito.
  • Não pedale na calçada, nem na contramão.
  • Use capacete, óculos (para se proteger não só dos raios solares mas também de insetos e poeira) e luvas (pois são as mãos que tocam primeiro o chão). Aplique filtro solar na pele e nos lábios.
  • Jamais pratique exercícios em jejum. Faça uma refeição leve e saudável: tome um copo de AdeS antes do treino, por exemplo. A bebida à base de soja lhe dará energia para você pedalar com disposição.
  • Leve uma garrafa de água para hidratar-se.
  • Evite avenidas, ruas e estradas com grande movimento.
  • Use a buzina ou campainha para sinalizar suas manobras.

Pedaladas na rua X spinning

A vantagem de andar de bicicleta ao ar livre é o contato com a natureza. Porém, quem pratica o ciclismo indoor (spinning) queima mais calorias e evita preocupações com o trânsito e possíveis furtos. Mas se você curte andar de bike na rua, uma boa opção é fazer parte de um grupo de pedal: ciclistas que se reúnem para pedalar nos grandes centros urbanos. Eles contam com guias experientes que usam sinalizadores (aquelas tiras que se iluminam com a luz) e mantêm um rádio sempre à mão, garantindo a segurança da turma. Para fazer parte de um desses grupos, acesse:
 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Ação muscular - Artigos

Ações são algo mais do que simples contrações musculares ou movimentos corporais. Um tique nervoso é uma contração muscular, mas não dizemos que é uma ação. Uma crise epiléptica é uma seqüência de espasmos musculares, mas não dizemos que ela é uma seqüência de ações, uma atividade (COSTA, 2005).
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Hormonal and metabolic responses to slow movement resistance  exercise with different durations of concentric and eccentric actions
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Force and EMG signal patterns during repeated bouts of concentric or eccentric muscle actions
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Muscle oxygenation and plasma growth hormone concentration during and after resistance exercise
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Time under tension and blood lactate response during four different resistance training methods
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The effect of varying the time of concentric and eccentric muscle actions during resistance training on skeletal muscle adaptations in women
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The  impact  of  velocity  of  movement  on  performance  factors  in  resistance  exercise
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Effect of movement velocity on the relationship between training  load and the number of repetitions of bench press
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Muscle activations under varying lifting speeds and intensities during bench press

Levantamento de peso - Universidade Federal de Viçosa

 (Welisson Rosa da Silva, atleta da Seleção Brasileira) 
Realizamos um trabalho sobre a equipe de levantamento de peso de Viçosa, e gostaríamos de divulgar esta modalidade, pois a mesma ainda é desconhecida por muitos brasileiros.
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Por:

ANDRÉ PERGOLIZZI FERNANDES

AGNES VASCONCELOS ARREGUY

CARLOS ALBERTO DUQUE

FERNANDA RESENDE LOBATO

JÚLIO CESAR ALVES TOMAZ

WHIARA ALVES FERREIRA

Treinamento Concorrente - Artigos

A realização dos exercícios de força e aeróbio na mesma sessão  de condicionamento físico é uma prática comum e tem sido frequentemente denominada de treinamento concorrente . Em relação  ao desempenho nos dois tipos de exercício, embora os achados sejam  discordantes, acredita-se que a ordem de execução do treinamento  interfira na tarefa principal. Por outro lado, estudos prévios analisaram  o comportamento do consumo de oxigênio (VO2) durante a execução de uma atividade aeróbia realizada posteriormente a uma sessão  de exercícios de força e detectaram que a realização dos exercícios  aeróbios imediatamente após uma sessão de treinamento resistido  pode resultar em valores maiores do GE quando comparada com  sua execução isoladamente. Contudo, Scott demonstrou que a  mensuração do gasto energético durante uma sessão de treinamento  de força pode ser subestimada quando não se levam em conta as  participações dos metabolismos anaeróbios (PANISSA,2008).
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Consumo de oxigênio pós-exercícios de força
e aeróbio: efeito da ordem de execução
 

 Efeito do treinamento  concorrente  no  desenvolvimento 
da força motora e da resistência aeróbia

Treino concorrente: análise do efeito agudo da ordem de 
execução sobre o gasto energético total

Treino de corrida não Interfere no desempenho 
de força de membros superiores
 
Neuromuscular adaptations to concurrent 
strength and endurance training

Neuromuscular adaptations during concurrent strength
and endurance training versus strength training 

Training for endurance and strength:
lessons from cell signaling